Película Biodegradável para Hamburgueres

aa

Distribuidor Geral Patrocina esta secção

pontiplas.mail@sapo.pt

188 - Quando o peso da consciência, não é ponderado

 Reconheço não ser fácil governar esta freguesia, onde cada grupinho puxa para seu lado.

Agradar a gregos e a troianos talvez ninguém o tivesse conseguido, ademais, perante tanta mudança e tanta incerteza juntas, contra tudo e em contra todos, nem que venha o mais pintado eu acredito que, se não os tiver bem seguros ou se resguardar, estes lhe possam a vir cair no chão, quiçá por boa gente, muitos dos quais nascidos ao cimo desta terra, gastando  a mesma saliva, em sua defesa de itens paralelos.

Incautos haverá, desleixados ainda mais, oportunistas nem se fala, já para não falar daqueles que, tendo por missão taxar até os já falecidos, ainda que estes se mexam artificialmente, não importa como se a pilhas, a gás ou a éter, auxiliados pelos doutos em experiências sem dor, ou simplesmente pelas drogas, ainda que lhes chamem medicamentos.

Esta coisa do mexe e remexe sem parar, para ficar quase tudo juridicamente na mesma, dada a falta de regulamentação, ocasiona dissabores e muitas das vezes quando se pensa estar a fazer justiça, porventura estará logo alguém na mira, de novas e grandes migalhas, verificando ter merecido a pena, o relatório estudado com o fim preciso.

Casos que confirmam a realidade não faltam e que a reorganização de sistemas, sem uma visão de conjunto, apenas levar a um estado caótico de sectores imprescindíveis e transversais ao bem comum, como sejam a segurança, o ambiente e a agricultura, ao combustíveis e as vias de comunicação, os medicamentos e a saúde, a habitação e o turismo, colocando a pedir esmola todo o cidadão de médio ou média baixa, passando a baixa a famintos.

Nesta altura que se pretende dizer ao mundo, como nós somos diferentes para melhor, recheados de cinismo, aventureirismo e idealismo que chegue para que os seus, em liberdade vivam o porreirismo, onde as técnicas se confundem com ciência e cultura, confundindo muitos que do realismo não prescindem e lutam para ver, como São Tomé.

Certo é que quando descobrimos algo conveniente, a qualquer nível ao cimo desta terra, não devemos criar tabus, muito menos falar nas costas do povo como que se a procuração não tivesse termos nem limites, explicar sim, interrogar e criar consensos, antes de arriscar ou deitar tudo a perder, para que mais tarde, não implique fazermos todos figura de parvos e colocados no mesmo saco.

É deslumbrante o ego dos portugueses nesta cimeira, quando na mó de cima, todos (ou quase todos) se revêem na sua eloquência e mando, tanta energia terão que carregar, para que após este brilharete visual, o momento dos porquês e as respostas engasgadas, cruzadas ou de choque. Quanta grandeza de espírito será necessária para que respostas simples teimem em não sair, com tanta eloquência e brilho total, esperada pelos africanos neste momento de malas aviadas, a caminho dos seus países.

Apesar de tesos e bolsos rotos, a maioria dos portugueses e dos africanos, interrogam-se de várias maneiras: Se a pobreza parece ser generalizada, perguntamos uns para com os outros – Donde raio apareceram cerca de quinhentos popós de alta cilindrada no mesmo local, como que se de granizo se tratasse? Com a falta de segurança verificada, quem inventou três mil e quinhentas boinas, seus apetrechos e guarida com morfes ali á mão? Porque razão os popós que irão patrulhar as estradas, estão parte deles dissimulados, em vez de uma prevenção de proximidade, eles lá sabem porquê, indo a favor da ideia dos taxantes deste império.

Á distância observamos a pose dos profissionais daquelas bombas de último modelo e topo de gama., como sejam os Leon, os BMW ou os Subaru hoje ao serviço das estruturas de segurança, passeando-se á maneira sem olhar a gastos, fazendo certa impressão tal vaidade, característica pindérica de pobreza que, com facilidade tentam imitar alguém especial e de conhecimentos vastos que não convencem mas, amedrontam.

Para terminar não poderei ser agradável, a menos que certos caprichos, alguns segredos maliciosos ou a exploração cósmica, nos dêem uma mãozinha. Ora 2008 está aí e para que se procedam a mais mudanças, isto é, para que os bolsos fiquem mais leves, vos digo eu, chamo-lhe um nome feio… democraticamente.

Existirá negócio melhor que o dos automóveis? Não acredito, visto que os donos estarão sempre a desembolsar, quando não é a pintura é o seguro, quando não é a mecânica são as taxas, quando não são os combustíveis são os vandalismos, isto tudo resumido vai ter a… Iva… Iva… e mais Ivá. Para terminar outro problema se coloca – O novo selo do carro em 2008 vai ser pago não no verão mas, sim no mês aniversariante – O respectivo Imposto deverá ser pago pelo último dono de registo, ainda que este esteja para venda em 2ª mão, num stand ainda que por vender, segundo estimativa estarão nesta, cerca de um milhão de veículos. E esta êm, parafraseando alguém que todos nós conhecemos.

Publicado em 10-12-07

Edições de 2007

a2007
186
26-11-07
175
10-09-07
174
03-09-07
172
21-08-07
151
12-03-07
142
08-91-07

Edições de 2006

a2006
140
27-12-06
136
27-11-06
133
06-11-06
132
31-10-06
131
23-10-06
125
11-09-06
121
14-08-06
112
12-06-06
99
13-03-06
98
06-03-06
90
09-01-06

Edições de 2005

a2005
83
02-01-06
81
02-01-06
53
04-04-05
46
14-02-05
43
24-01-05

Edições de 2004

a2004
33
08-10-04
31
25-10-04
30
18-10-04
29
11-10-04
25
13-09-04
24
06-09-04
22
16-08-04
21
09-08-04
19
26-07-04
15
28-06-04
14
21-06-04
10
24-05-04
8
10-05-04

Pedro Roma

Pedro Roma