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Em 04 de Junho de 2007 fiz uma intervenção na Assembleia de Freguesia da Ramada onde fiz algumas perguntas ao senhor Presidente da Junta. Até hoje não obtive resposta por isso aqui deixo a intervenção feita na altura.
Gostava de perguntar ao Sr. Presidente qual o estado actual da legalização da Calçada da Fraternidade, ou Bairro Novo da Amoreira, ou Amoreira de Baixo, etc.?
A razão desta minha pergunta é devido ao prazo de legalização estar a acabar e como morador não fui informado do estado do processo.
Mas antes gostava de contar qualquer coisa do passado que alguns dos presentes certamente não têm conhecimento.
Há cerca de 15,16 anos quando foi iniciado o movimento para a legalização foi pedido aos moradores e proprietários para elegerem uma comissão para esse efeito, pelo então presidente da J.F. da Ramada Sr. Ilídio Ferreira eleito pelo P.C.P.
Depois de muitas conversas lá se marcou uma assembleia de moradores e proprietários, com o propósito de criar uma associação de proprietários e moradores com o fim de fazer melhoramentos no bairro até uma possível legalização.
Num certo domingo lá estavam as pessoas interessadas no meio da rampa para a reunião. Depois de alguma discussão conseguiu-se arranjar um grupo de trabalho com esse fim que incluía a quase totalidade dos proprietários e alguns inquilinos. Esse grupo foi aprovado pela maioria dos participantes na assembleia, foi comprado um livro de actas e lavrada a acta da assembleia. Até aqui tudo bem. Durante a semana seguinte esse livro e essa acta foi apresentada ao Sr. Presidente da J.F., que quando viu a acta e os nomes das pessoas que compunham o grupo de trabalho, pura e simplesmente disse que aquilo não era válido.
Com a sua reconhecida arrogância e a democracia própria do Partido Comunista, marcou então outra assembleia de moradores para daí a uma semana. Como não esteve ninguém presente nessa sua assembleia, foi comunicado à população que o presidente chamava a si a responsabilidade da comissão de proprietários e moradores.
Desde então a J. De Freguesia construí-o as escadas para facilitar o acesso, deu parecer favorável para a construção de prédios e ocupou as garagens com as suas instalações. Quanto ás obrigações, a varrição só é feita quando o lixo entra para casa das pessoas ou em véspera de cheia, tentou alterar o acesso para beneficiar o promotor e o acesso ás instalações da J. De Freguesia (mas a população não deixou).
Como os mandatos são heranças tanto para o bem como para o mal e nunca foi prestada informação, nem apresentados resultados, espero que o actual presidente com a sua maioria comunista possa prestar esclarecimentos a mim e a toda a população do bairro.
Esta minha versão pode ser confirmada pelos antigos e actuais moradores da Calçada da Fraternidade.
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