Na manhã desta segunda-feira, 15 de setembro, varias dezenas de pessoas concentraram-se junto ao edifício onde funcionam as Unidades de Saúde Familiar Novo Mirante (Pontinha) e Carnide Quer (Carnide), numa iniciativa promovida pelas Comissões de Utentes de Saúde da Pontinha e de Carnide, onde foi distribuído um manifesto em defesa do Serviço Nacional de Saúde.
No evento usaram da palavra representantes das comissões, João Eusébio, da Pontinha e Fernando d’ Oliveira, de Carnide. Para além de alguns utentes e profissionais de saúde o encontro, que pretendeu também ser um gesto de reconhecimento pelo trabalho diário que mantém vivo um dos maiores pilares da igualdade no acesso à saúde, contou com a presença de Fábio Sousa, Presidente da Junta de Freguesia de Carnide; de Sandra Benfica, membro da Assembleia da União das Freguesias da Pontinha e Famões e candidata à presidência desta autarquia; de Florentino Serranheira, Vereador da Câmara Municipal de Odivelas e candidato à presidência dessa autarquia e de Daniela Serralha cabeça de lista do PS à Junta de Freguesia de Carnide e vários membros das duas comissões de utentes.

No manifesto distribuído durante a iniciativa, e reforçado nas alocuções efetuadas, os representantes da Comissões de Utentes sublinharam que celebrar o SNS é mais do que recordar a sua criação: é garantir o seu presente e futuro. “É não calar as necessidades e exigir, com veemência, que as promessas feitas sejam cumpridas, para que os utentes da saúde não tenham de esperar indefinidamente por aquilo que é um direito”.
As Comissões de Utentes reafirmaram a urgência da construção do novo Centro de Saúde da Pontinha, tantas vezes anunciada, mas ainda por concretizar, e a requalificação do Centro de Saúde da Urmeira. Para Carnide, reivindicaram a total afetação do edifício atual à Unidade de Saúde Familiar “Carnide Quer”, de modo a permitir o seu crescimento, alargar valências e reforçar a resposta à população.
Foi também sublinhada a necessidade de garantir condições modernas e dignas para ambos os Centros de Saúde, a fim de assegurar um serviço de proximidade e aumentar o número de médicos de família disponíveis para a população das duas freguesias.
A iniciativa terminou com a reafirmação do compromisso em defender um SNS universal, público e acessível: “Porque a saúde não pode esperar. Porque o SNS é o rosto da solidariedade e da igualdade. Porque defender o SNS é defender a vida, a dignidade e a esperança de um futuro mais humano.”
Imagens: CUSP







