Elon Musk dizia que fazer comédia era ilegal e que queria tornar legal novamente. Ora, se a comédia fosse algo ilegal com certeza Musk ou Trump já a teriam cometido.
De repente a turma do “já não se pode dizer nada” já não tem absolutamente nada para dizer.
Lutaram tanto pelo direito de chamar alguém de retardado que quando é o sistema político a sê-lo ninguém quer chamar por esse nome.
A IL que ainda há pouco se prestou logo a defender o direito da atriz Sidney Sweeney fazer publicidade a calças de ganga chamando-a de incancelável, de repente demorou um bom bocado a quebrar o total silêncio quando programas de comediantes foram de facto cancelados. Talvez a prontidão a defender o forte amor do partido pela liberdade de expressão se restrita apenas a loiras de jeans.
Quando Mariana Leitão finalmente comentou o caso disse logo que “O wokismo continua forte na América” Aparentemente “censura do estado” agora mudou de nome. O problema da PIDE não era a falta de liberdade de expressão, era ser demasiado woke. Salazar é a cara do wokismo.
Já repararam que a malta que se diz contra a “cultura woke” e que o “wokismo“ está por todo o lado fica sem dormir a pensar nisso? Afinal quem é está woke o tempo todo?
Entre a censura do wokismo e outras coisas que não existem, ainda prefiro vampiros.
André Ventura: “o parlamento está sequestrado pela linguagem woke”. Sim, porque os 50 totós que lá estavam não paravam de dizer isso.
Ao que parece os mais altos defensores da liberdade de expressão na verdade importam-se tanto com a liberdade de expressão quanto um babuíno se importa com física quântica.









