PSP deteve ladrão de telemóvel que ficou em prisão preventiva







No dia 04 de maio agentes da Divisão Policial de Loures da PSP, procederam à detenção de um homem de 19 anos, pela prática de um crime de roubo por esticão, informa o Comando Metropolitano de Lisboa desta força policial em comunicado enviado ao Diário de Odivelas. A ocorrência aconteceu na área da União das Freguesias da Ramada e Caneças.

Segundo o comunicado pelas 23H45 do dia 3 de maio, os polícias foram acionados por existir notícia da prática de um roubo de um telemóvel na via pública, acabado de acontecer. Após deslocação ao local, foi possível aos agentes contatar com a vítima, uma senhora de 77 anos de idade, «que se encontrava visivelmente nervosa e transtornada com o que acabara de acontecer».

Após o diálogo com a vítima e com o seu filho, testemunha ocular da ocorrência, os agentes conformaram o roubo e apuraram as características do suspeito, que já estava referenciado pela prática de outros ilícitos criminais. Assim, foram de imediato iniciadas diligências com vista à sua localização, que aconteceu numa numa artéria adjacente.

«O suspeito estava em deslocação, numa bicicleta, e coincidia em pleno com a descrição física e indumentária facultadas pela idosa, motivo pelo qual se procedeu à sua abordagem, tendo o próprio admitido ter alienado o telemóvel a terceiros para financiar a compra de estupefacientes. Confirmada a sua autoria no roubo, procedeu-se à sua detenção», revela a informação policial.

As diligências efetuadas no seguimento desta detenção permitiram localizar e identificar o recetor do telemóvel, o qual foi recuperado e entregue à sua legitima proprietária.

Presente no dia seguinte ao Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa Norte, foi aplicada ao detido a medida de coação mais gravosa, a de prisão preventiva.

A PSP refere ainda que, «considerando o impacto direto que estes crimes originam no bem-estar dos cidadãos, a Divisão Policial de Loures continuará a dedicar especial atenção à criminalidade violenta e grave contra as pessoas e o património, sendo que a proteção dos grupos mais vulneráveis constitui um pilar central da nossa atuação, visando com isso mitigar o sentimento de insegurança na comunidade que servimos».

Imagem, meramente ilustrativa, gerada por IA Gemini da Google




 

 

 

 

  • Diário de Odivelas - Redação

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