“Odivelas, Cidade de Contrastes” — com “Um Olhar Fotográfico sobre a Identidade Urbana”







Um Português, um Angolano e um Russo, olharam bem para a Cidade de Odivelas, e desse olhar crítico nasceu o livro, recentemente editado, “Odivelas, Cidade de Contrastes” que os autores definem como “Um Olhar Fotográfico sobre a Identidade Urbana”.

O livro, que é também um álbum fotográfico, tem textos de Luís Palma Gomes e Gregor Murk, propondo uma nova leitura visual e literária do território de Odivelas.

A obra reúne fotografia e texto num registo que cruza documentação e interpretação, explorando os contrastes que definem a cidade — entre o urbano e o humano, o visível e o oculto. Mais do que captar imagens, o projeto procura revelar dimensões menos evidentes do espaço urbano, sugerindo leituras que ultrapassam a superfície das paisagens e das estruturas.

Ao articular o olhar fotográfico com a escrita, o livro constrói um diálogo entre realidade e imaginação, convidando à observação atenta e à reflexão sobre o quotidiano. O que se apresenta não é apenas o que está à vista, mas também aquilo que se insinua nos detalhes, nos silêncios e nas tensões do espaço vivido.

Com este trabalho, os autores contribuem para a valorização cultural e estética de Odivelas, oferecendo ao público uma perspetiva renovada sobre a identidade e a complexidade do território.

Os autores

 Alexandre Bastan (n. 1972, São Petersburgo) é fotógrafo e criador do projeto, radicado em Portugal desde 2001, onde desenvolveu um olhar singular sobre o quotidiano urbano.

Autor de séries e exposições com projeção internacional, explora na imagem uma poética de contrastes que cruza o real com a reflexão estética contemporânea.

Gregor Murk nasceu em Angola e desenvolveu um percurso marcado pelo interesse pela cultura, literatura e artes visuais.

Professor e autor, cruza ensino, escrita e reflexão estética, explorando o quotidiano através de um olhar atento e sensível.

Luís Palma Gomes (Lisboa, 1967) é professor de informática e poeta, com obra publicada desde os anos 90.

Autor de Fronteira (2022) e O Cálculo das Impossibilidades (2025), desenvolve uma escrita centrada no quotidiano e na tensão entre o visível e o indizível.

imagens do livro




  • Diário de Odivelas - Redação

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