
A memória do tráfico transatlântico de escravos é uma ferida profunda na história da humanidade. Durante séculos, milhões de pessoas foram capturadas, separadas das suas famílias, privadas da sua liberdade e submetidas a uma violência que atravessou oceanos e gerações.
Este dia internacional, proclamado pela UNESCO, convida-nos a recordar essas vidas, reconhecer a resistência dos que enfrentaram a opressão e reafirmar que a dignidade humana não pode ser negociada. A lembrança não é apenas evocação do passado — é compromisso com o presente. É reconhecer que o racismo, a discriminação e novas formas de exploração continuam a exigir vigilância, educação e ação coletiva.
Que cada história silenciada encontre hoje um lugar de honra.
Que a memória seja ponte para a justiça.







